InícioTurismoFurto no Museu do Café jogado as traças ou aos cupins

Furto no Museu do Café jogado as traças ou aos cupins

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Os museus Histórico e do Café, que ficam dentro do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão, receberão 16 câmeras de segurança.
De acordo com o secretário da Cultura, Alessandro Maraca, a medida será adotada para evitar novos furtos dos acervos, como o sumiço de uma bengala histórica que pertenceu ao ex-prefeito da cidade, João Rodrigues Guião, ocorrido no dia 20 de novembro de 2013. Segundo Maraca, o objeto ainda não foi encontrado.

De acordo com o secretário, o projeto final para a instalação das câmeras está em fase de aprovação na Companhia de Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Preto (Coderp), responsável pelo trabalho.

“Faltam apenas detalhes para que tudo seja viabilizado. O objetivo é garantir mais segurança para esses museus”,

Quase quatro meses após o sumiço da bengala do ex-prefeito, que governou Ribeirão em três oportunidades, o secretário diz que a Prefeitura já estudava colocar as câmeras nos museus, mas admite que o processo foi acelerado pelo furto.

“Nós fizemos o mapeamento e identificamos esses dois museus como os que mais necessitavam”,

conta Maraca. O orçamento disponível para o trabalho é de R$ 35 mil e sairá do Fundo de Cultura do município.

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O furto do objeto centenário no Museu do Café, ocorrido em pleno Dia Nacional da Consciência Negra, expôs a vulnerabilidade dos museus da cidade. Com isso, o secretário não descarta a instalação de câmeras em outros museus de Ribeirão, mas diz que os sistemas de segurança serão implantados gradativamente, de acordo com a necessidade de cada local.

“No furto do Museu do Café, o diretor me explicou que estava com uma equipe reduzida de vigilantes por ser feriado. Um grande grupo chegou e a bengala sumiu. Foi pontual, mas isso não significa que não seja preocupante. Então, dependendo da necessidade dos outros museus, nós podemos pensar na implantação de câmeras nos outros locais também”,

conclui.

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A secretária da Cultura de Ribeirão, Dulce Neves, disse que o furto foi percebido apenas na madrugada desta segunda-feira (6), durante a ronda do vigia noturno. Segundo ela, os objetos não estavam expostos, mas embalados e guardados no porão do museu. Uma das portas do local foi arrombada.

“Houve um período em que o museu ficou sozinho até a entrada do próximo funcionário, que faz a segurança noturna, e foi quem percebeu o acervo arrombado e deu falta dos itens que foram levados”,

disse a secretária, que acompanhou o trabalho dos peritos nesta segunda.

Como dizem “la no interior” depois que o boi arrombou a cerca e que pensam em fechar.

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