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Bebeto de Freitas morre após passar mal na Cidade do Galo

Diretor sentiu-se mal no CT do Atlético, recebeu atendimento médico, mas acabou falecendo no local

O clima festivo que vivia a Cidade do Galo, na tarde desta terça-feira, foi interrompido abruptamente com a informação de que o diretor de administração e controle do Atlético, Bebeto de Freitas, passou mal, minutos após ele ter participado do lançamento oficial do time de futebol americano do Atlético. O gestor  acabou falecendo mesmo após receber atendimento médico.

De acordo com informação recebida pelo Super FC, o dirigente sofreu uma parada cardíaca e foi atendido em seguida pelo médico atleticano Marcos Vinícius. Um helicóptero e duas ambulâncias foram acionadas pelo Atlético na Cidade do Galo para fazer atendimento ao dirigente.

Bebeto de Freitas estava em um evento no hotel da Cidade do Galo referente a apresentação do time de futebol americano, quando passou mal. O dirigente já caiu desacordado e recebeu os primeiros atendimentos médicos, mas acabou não resistindo.

Paulo Roberto de Freitas (Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1950 – Vespasiano, 13 de Março de 2018), conhecido como Bebeto de Freitas, foi um jogador e treinador de voleibol. Foi sobrinho do jornalista e treinador de futebol João Saldanha e primo por parte de mãe do jogador de futebol Heleno de Freitas. Sendo um gestor desportivo, ele foi presidente do Botafogo de Futebol e Regatas entre 2003 e 2008 e, posteriormente, diretor-executivo do Atlético Mineiro. Umas das figuras-chave na transformação e identidade tática e técnica que o voleibol brasileiro adquiriu a partir do início dos anos 80, quando passou a dirigir a seleção masculina.

Após ser jogador de vôlei, assumiu a seleção brasileira da modalidade, sendo treinador da “geração de prata”, que encantou o mundo nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles. Ele também comandou o Brasil na Olimpíada de 1988, em Seul.

Logo após, teve passagem de grande sucesso no voleibol italiano, onde fez o Maxicono Parma ser um dos times dominantes da “Bota”, com cinco títulos entre 1990 e 1995. O bom retrospecto o levou a treinar a seleção italiana entre 1997 e 1998, sendo campeão da Liga Mundial em 1997.

Seus feitos no voleibol o levaram a ser homenageado pelo Hall da Fama da modalidade, em 2015.

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