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Nunca te contaram: “O menino do MEP”. Materia para maiores e com estomago forte

Não leia se você não quer ter estomago revirado, com as declarações do proprio criminoso, publicada na Folha de SP, em 27 de novembro de 2009

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O mau e velho Lula quer voltar a ser presidente do Brasil.

Sim, aquele cidadão abjeto que é blindado pela grande imprensa nacional e internacional, pelos muitos “formadores de opinião” e por quase todos que têm voz no Brasil. Apesar de ser figura das mais conhecidas, muita coisa sobre Lula foi esquecida e jogada para debaixo do tapete ao longo da caminho.

Se Lula fosse julgado pelas barbaridades que já fez e disse pela mesma régua que a imprensa usa para julgar Bolsonaro, ele já estaria fora do jogo há muito tempo. Mas, Lula pode tudo.

Lula pode falar que lésbicas são “mulheres de grelo duro” que a patrulha jornalística da moral não se incomoda. Acham até graça. Lula mandou expulsar um jornalista do New York Times quando era presidente. O repórter que havia revelado em reportagem sua fraqueza para a bebida alcoólica não recebeu a solidariedade dos defensores da liberdade de imprensa.

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Lula pode dizer que admira Hitler, que a cidade de Pelotas é “polo exportador de viados” ou que determinado lugar “era tão limpinho que nem parecia a África”. Nada disso será manchete ou causará espanto.

Maduro-e-Lula-

Mas, Lula é muito pior do que isso.

E para que ninguém tenha dúvidas a respeito da monstruosidade dessa figura, relembro a pior de todas as histórias que já se soube de um político de projeção nacional. Contada pelo ex-aliado de Lula, o professor César Benjamim, militante histórico de esquerda.

A história foi publicada em um artigo seu na Folha de S. Paulo. Mais insuspeitos, impossível.

Leiam vocês mesmos a história bestial confessada por Lula ao professor César Benjamim e relatada abaixo:

arquivo

“(…)

São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.

Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.
Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.

Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: “Você esteve preso, não é Cesinha?” “Estive.” “Quanto tempo?” “Alguns anos…”, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: “Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta”.

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Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de “menino do MEP”, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do “menino”, que frustrara a investida com cotoveladas e socos.

Tentou abusar do rapaz forçadamente, mas se vangloria do fato.


Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o “menino do MEP” nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.

O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.

(…)”

O artigo integral de Cesar Benjamim pode ser conferido no site da Folha clicando aqui.

É preciso registrar que Lula nunca contestou, nunca desmentiu, nunca processou César Benjamim por essa revelação.

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