📰 Saúde de Ribeirão Preto entra em colapso anunciado após suspensão da Beneficência Portuguesa

Prefeitura muda regulação do SUS, sobrecarrega hospitais já lotados e expõe população a um risco ainda maior ⚠️🏥 Mesmo com varias denuncias do emribeirao o caso chegou ao extremo

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Prefeitura muda regulação do SUS, sobrecarrega hospitais já lotados e expõe população a um risco ainda maior ⚠️🏥 Mesmo com varias denuncias do emribeirao o caso chegou ao extremo

👉 Especialista da área da matéria do portal em Ribeirão, o único portal independente da região que não recebe verbas públicas.


🔍 Resumo inicial

A suspensão do encaminhamento de pacientes para a Beneficência Portuguesa escancara um problema antigo e ignorado pela Prefeitura de Ribeirão Preto: a falta de leitos, a superlotação crônica e uma gestão da saúde pública que sempre corre atrás do prejuízo. Com hospitais já saturados recebendo ainda mais pacientes, a população paga o preço de anos de omissão.


🚨 Um colapso previsível, denunciado há mais de um ano por emribeirao

A decisão da Justiça que proibiu o encaminhamento de pacientes do SUS para a Beneficência Portuguesa não caiu do céu.
mais de um ano, o EmRibeirao.com já denunciava a lotação excessiva, internações em corredores e o tratamento desigual entre pacientes do SUS e convênios dentro da unidade.

Nada foi feito.
Nem pela direção do hospital.
Nem pela Prefeitura.
Nem pela Secretaria Municipal de Saúde.

Agora, o problema apenas mudou de endereço.


🏥 HC, Santa Casa e Santa Lydia: quem já estava cheio vai transbordar

Com a suspensão determinada pela Justiça, a Prefeitura de Ribeirão Preto decidiu redistribuir os atendimentos de urgência e emergência para:

  • Hospital das Clínicas (HC)
  • Santa Casa de Misericórdia
  • Hospital Santa Lydia

O detalhe que a gestão municipal tenta minimizar:
➡️ todos já operam no limite.

O próprio secretário municipal de Saúde, Maurício Godinho, admitiu um déficit de cerca de 400 leitos na região — um número alarmante que, por si só, já explicaria filas, demora e sofrimento diário da população.

Mesmo assim, a promessa oficial é de que “os hospitais vão absorver mais pacientes”.

Promessa sem plano.
Sem leitos novos.
Sem contratação emergencial.
Sem transparência.


⚖️ Irregularidades graves ignoradas até a Justiça intervir

A suspensão dos atendimentos de urgência e emergência na Beneficência Portuguesa foi determinada pela juíza Lucilene Aparecida Canella de Melo, da 2ª Vara da Fazenda Pública, após ação do Ministério Público.

Entre as irregularidades apontadas pelo Coren-SP e pela Vigilância Sanitária, estão:

  • Ausência de enfermeiros em setores obrigatórios
  • Pacientes em macas nos corredores, por até cinco dias
  • Falta de isolamento adequado para bactérias multirresistentes
  • Falhas na responsabilidade técnica
  • Diferença gritante entre estrutura do SUS e dos convênios

Problemas persistentes, mesmo após autuações.

A Justiça deu 90 dias para correções, mas proibiu novos encaminhamentos durante esse período.


🧠 Quem sofre é sempre o mesmo: o cidadão comum

A Prefeitura garante que “nenhum atendimento será prejudicado”.

A realidade mostra outra coisa.

Mais pacientes + mesmos leitos =
➡️ filas maiores
➡️ espera mais longa
➡️ profissionais sobrecarregados
➡️ risco real à vida

É matemática simples.
Compreensível para uma criança de 8 anos.
Ignorada por quem governa.


🏛️ Gestão pública que reage, mas não previne

O caso da Beneficência Portuguesa escancara um padrão da saúde pública em Ribeirão Preto:

  • A Prefeitura não antecipa crises
  • Age somente após decisões judiciais
  • Empurra problemas de um hospital para outro
  • Não apresenta plano estrutural de médio e longo prazo

Enquanto isso, o prefeito Ricardo Silva e sua gestão seguem sem apresentar soluções concretas para o déficit histórico de leitos e a reorganização séria da rede SUS.


🔎 O que deveria estar sendo feito (e não está)

Especialistas apontam caminhos claros:

  • 📌 Ampliação real de leitos hospitalares
  • 📌 Contratação emergencial de profissionais
  • 📌 Fiscalização contínua, não apenas reativa
  • 📌 Transparência total na regulação do SUS
  • 📌 Planejamento regional integrado de saúde

Nada disso aparece de forma clara nas ações da Prefeitura.


🌟 Conclusão: saúde não pode esperar decisões tardias

Saúde pública não admite improviso.
Não aceita empurrões burocráticos.
E não pode depender apenas da intervenção da Justiça para funcionar.

Quando hospitais entram em colapso, não são números que sofrem — são famílias, idosos, crianças, trabalhadores.

Ribeirão Preto precisa de novos ares, gestão responsável e compromisso real com a vida.
O tempo perdido custa caro.
E, na saúde, custa vidas.


🌍 International Summary

🇺🇸 English (US Style)

Ribeirão Preto’s public health system faces a foreseeable collapse after the suspension of emergency referrals to Beneficência Portuguesa Hospital. Already overcrowded hospitals are absorbing more patients, exposing long-standing failures in municipal health management and putting public safety at risk.

🇮🇹 Italiano (Stile Europeo)

Il sistema sanitario pubblico di Ribeirão Preto entra in una fase critica dopo la sospensione degli invii di emergenza all’Ospedale Beneficência Portuguesa. Ospedali già sovraccarichi ricevono più pazienti, evidenziando gravi carenze di gestione e pianificazione da parte del Comune.


✍️ JORNALISTA AIELLO – DRT 3895/SP
Em Ribeirão – mais de 10 anos tocando em feridas que a velha mídia esconde.

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