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Ribeirão participa da terceira fase de pesquisa sobre evolução do Covid-19 no Brasil

O trabalho na cidade será desenvolvido pelo IBOPE entre os dias 21, 22 e 23 de junho; no país, serão 133 municípios estudados

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A Universidade Federal de Pelotas – Rio Grande do Sul, em parceria com o Ministério da Saúde, promoverá nos dias 21, 22 e 23 de junho, em Ribeirão Preto, a terceira fase da pesquisa “Evolução da prevalência de infecção por COVID-19 no Brasil: estudo de base populacional”, para avaliar a evolução de infecção pela doença. As duas primeiras fases aconteceram em 14 de maio e de 4 a 7 de junho.

A execução do trabalho de campo compete ao Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE). Serão 133 os municípios estudados no país, sendo Ribeirão Preto um dos municípios escolhidos do Estado de São Paulo para a pesquisa.

Em cada município, 25 setores censitários serão selecionados de acordo com o IBGE, totalizando 250 entrevistas em cada município.
 

Os entrevistadores realizarão o teste rápido, que é obtido através de amostragem de sangue coletado por punção digital, e também aplicarão um questionário. 
 O teste rápido dará o resultado em 15 a 30 minutos. Em relação aos casos positivos, serão passados para a enfermeira local da equipe IBOPE, que repassará à Secretaria Municipal da Saúde de Ribeirão Preto e à Vigilância Epidemiológica para a notificação.
 
Todos os profissionais são treinados e testados para prevenir e assegurar a população de Ribeirão Preto.
 
Objetivos da Pesquisa
 

  1. Avaliar a evolução da prevalência de infecção por COVID-19 no Brasil;
  2. Determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas;
     
  3. Avaliar os sintomas mais comumente relatados pelos infectados; 
  4. Analisar a evolução quinzenal da prevalência de infectados no Brasil;
  5. Obter cálculos precisos da letalidade da doença, através das estimativas do percentual de infectados;
  6. Estimar recursos hospitalares necessários para o enfrentamento da pandemia, de baixa, média e alta complexidade, por modelagem matemática, a partir das estimativas de prevalência obtidas; 
  7. Permitir o desenho de estratégias de abrandamento das medidas de isolamento social, com base nas estimativas obtidas.
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Metodologia
Serão realizados três inquéritos transversais repetidos de base populacional, com amostragem realizada em municípios sentinela. Em cada estado, a área urbana dos municípios sede de cada sub-região intermediária (de acordo com o IBGE) será estudada através de uma amostra de base populacional.

Esta seleção de municípios sentinela se justifica pela exiguidade de tempo e disponibilidade limitada de testes. O desenho é baseado em recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os três inquéritos serão realizados a cada 15 dias.

O estudo transversal de base populacional servirá para estimar a prevalência de indivíduos infectados com SARSCoV-2 no Brasil, avaliar sintomas e analisar a velocidade de expansão da infecção em uma amostra que cobre parte significativa da população brasileira.

A equipe é constituída de entrevistadores treinados e uma supervisora de campo. A coleta de dados será no âmbito domiciliar. Os domicílios são sorteados de forma aleatória e o participante também, por um sistema em tablet.

Mais informações sobre a pesquisa poderão ser obtidas pelo site do IBOPE-Inteligência, https://www.ibopeinteligencia.com/
 

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