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Com 120 dias de atraso e já após fase critica H.C recebe mais UTIs

Mesmo recebendo 70 milhões do governo federal, a prefeitura não agiu para possibilitar o funcionamento do comercio que esta ligado diretamente ao numero de leitos disponíveis.

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Mesmo recebendo 70 milhões do governo federal, a prefeitura não agiu para possibilitar o funcionamento do comercio que esta ligado diretamente ao numero de leitos disponíveis.

A impressão que fica, é que tudo foi muito bem planejado, com a capital voltando a funcionar, mas regiões como de Ribeirão Preto, Campinas e Limeira ficaram fechadas.

Outro fato que o prefeito e seu secretariado não assume, é que fechamos muito cedo, e a quarentena não provou ser algo que traga resultados positivos, uma vez que estamos em quarentena a 120 dias e os números apenas cresceram, enquanto que a capital já esta a mais de 30 dias funcionando praticamente normal e os números são proporcionalmente menor do que no interior em quarentena forçada.

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O número de leitos de UTI para tratamento exclusivo de pacientes com o novo coronavírus triplicou em Ribeirão Preto desde o início da pandemia, no último mês de março. Nesta terça-feira (4), foram abertos 13 novos leitos de UTI no Hospital das Clínicas e, com isso, o município passa de 237 para 250 leitos de UTI, incluindo redes pública e privada – capacidade de atendimento três vezes maior do que no início da pandemia.

Além disso, existem 271 leitos de enfermaria para o tratamento da doença na cidade.

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Os novos leitos foram anunciados durante visita dos secretários estaduais da Saúde, Jean Gorinchteyn, e do Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, com a presença do prefeito Duarte Nogueira e do secretário municipal da Saúde, Sandro Scarpelini, bem como do superintendente do Hospital das Clínicas, Benedito Maciel, e o diretor da Diretoria Regional de Saúde XIII, Fabrício de Freitas Fonseca.

“Ribeirão Preto saiu de 6,83 leitos para cada cem mil habitantes, conforme registrado no início da pandemia, e atingiu a capacidade de oferecer 21,5 leitos para cada cem mil habitantes. A nossa letalidade de junho foi 3% – a cada cem pessoas que pegavam Covid, três morriam. Em julho, já foi 1,8%, menos vidas foram perdidas e isso se deve a um conjunto de fatores, não só na oferta dos leitos, mas na dedicação das equipes de saúde, do nosso setor público e do nosso setor privado”, afirmou o chefe do Executivo.

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Desde o dia 27 de julho, o município passou a contar com um robô alemão instalado no Supera Parque, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com capacidade de processar 800 exames RT-PCR da COVID-19 por dia. A expectativa é que, em dez dias, o equipamento coloque o fluxo de resultados de exames dentro da normalidade.

“Quando a gente compara com outras cidades, Ribeirão Preto está indo muito bem, do ponto de vista sistêmico. Temos uma letalidade em Ribeirão Preto de 2,7% (somando todos os casos desde 21 de março) que diminuirá ainda mais quando conseguirmos colocar os exames em dia. Os exames que estão represados são de síndrome gripal, os casos graves não estão represados, estão em dia, todos os óbitos estão em dia. Então, vai diminuir ainda mais essa letalidade, que é uma das mais baixas do estado, principalmente entre as cidades com mais de 500 mil habitantes, até mesmo entre as cidades com mais de 300 mil habitantes”, avaliou o secretário Sandro Scarpelini.

ebc

Ainda durante o anúncio, o secretário estadual Jean Gorinchteyn ressaltou as medidas incorporadas pela Prefeitura em conjunto com o Governo Estadual para melhoria da assistência à população, como a implementação de cerca de 180 leitos e 178 respiradores.

“Além disso, temos os programas de testagem instituídos no município e região que permitiram não só fazer diagnóstico, como traçar estratégias, fazer um serviço e acolhimento muito mais precoces, ajudando a termos as estatísticas que temos hoje de redução do número de internações e óbitos”, disse.

Possibilidade de reabertura

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Ainda durante o anúncio dos novos leitos, o secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, afirmou que até a próxima sexta-feira (7) será reavaliada a posição da região de Ribeirão Preto no Plano São Paulo, com possibilidade de avanço de etapa.

“A região de Ribeirão Preto, como um todo, melhorou muito ao longo desse período, seja com a implementação de novos leitos, seja com a redução de internações. Neste momento, são bons índices de evolução da pandemia, tanto para a redução de casos, redução de internações e redução de óbitos – foram 5% de redução de casos, 12% de redução de internações e 27% de redução de óbitos”, destacou.

divulgação

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