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Anunciada ampliação do público da vacinação contra a gripe no estado de SP

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A partir de agora, serão imunizados policiais, bombeiros, profissionais da Defesa Civil, Correios, Poupatempo, Ministério Público, Procuradoria Geral e Defensoria Pública; ‘Dia D’ acontece no sábado (13), para todos os públicos-alvo da campanha

O governador Geraldo Alckmin anunciou, nesta sexta-feira (12/5), a ampliação do público-alvo da campanha de vacinação contra a gripe deste ano. Terão direito à vacina policiais civis e militares, bombeiros e profissionais que atuam na Defesa Civil, Correios, Poupatempo, Ministério Público Estadual (MPE), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Defensoria Pública.

O Instituto Butantan, unidade ligada à Secretaria da Saúde e responsável pela produção da vacina, disponibilizou 600 mil doses extras para vacinação desses novos grupos.

“Além daquela população indicada pelo Ministério da Saúde, em São Paulo vamos vacinar também as pessoas que têm maior contato profissional com o público, como policiais, servidores do aparelho judicial, carteiros. Quero reforçar a importância da vacina, que evita a doença com grande eficácia”, enfatizou o governador Geraldo Alckmin, lembrando que professores e profissionais de saúde já estão incluídos no público-alvo da vacinação.

A ação teve início nesta sexta-feira, 12, em um posto volante instalado no 1° Batalhão de Polícia de Choque “Tobias de Aguiar”, na Av. Tiradentes, 440, que funcionará das 14h às 18h, com a finalidade de imunizar agentes de segurança pública, que atuam diretamente junto à população. A campanha de vacinação seguirá em todo o Estado até 26 de maio.

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Em 2017, o governo de São Paulo pretende vacinar 10 milhões de pessoas contra o vírus Influenza, causador da H1N1 e outras gripes. O número corresponde à meta de 80% das 12,6 milhões de pessoas que formam o público-alvo da campanha.

“DIA D”

No sábado, 13 de maio, acontece o “Dia D” da campanha de vacinação contra a gripe, que permitirá o aumento da cobertura vacinal, que atingiu cerca de 40% do público-alvo até o momento. Balanço preliminar da Secretaria da Saúde, baseado nos dados informados pelos municípios paulistas, aponta que SP vacinou 4,5 milhões de pessoas desde o início da campanha, em 17 de abril.

As doses estarão disponíveis para bebês a partir dos seis meses e crianças menores de cinco anos de idade, idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas (mães que tiveram filhos nos últimos 45 dias), indígenas, profissionais de saúde que trabalham em serviços públicos e privados, professores das redes pública e privada, além dos novos grupos contemplados com a ampliação.

São 36,1 mil profissionais da saúde mobilizados em 5.402 postos de saúde fixos e volantes em todo o Estado de São Paulo, funcionando das 8h às 17h. Somente na capital, há 479 fixos e 55 volantes. Nas cidades da Grande São Paulo, interior e litoral, há outros 3.538 postos fixos e 1.330 volantes. Além disso, haverá suporte de 2.436 veículos, 3 barcos, 18 ônibus e outras formas de transporte disponibilizadas com apoio dos municípios paulistas.

“A vacinação contra o Influenza é fundamental para evitar complicações decorrentes da gripe e doenças graves, como pneumonia, otites e sinusites”, afirmou Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria. Ainda segundo Sato, não há motivo para receio ou medo de tomar a vacina. “A vacina não tem capacidade alguma de provocar gripe em quem tomar a dose, já que é composta apenas de partículas do vírus que são incapazes de causar qualquer infecção”, explicou.

Além de imunizar a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009, as doses protegem a população contra os vírus A/Hong Kong (H3N2) e B/Brisbane. A vacina foi produzida pelo Instituto Butantan, órgão ligado à pasta, através de um processo de transferência de tecnologia.

Conforme preconiza o Ministério da Saúde, somente casos de gripe grave, caracterizados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), independentemente do tipo, são de notificação obrigatória no Brasil.

Neste ano, até 24 de abril, foram notificados em São Paulo 206 casos de SRAG atribuíveis ao vírus Influenza, dos quais 119 relacionados ao A (H3N2). Foram ainda notificados 23 óbitos, sendo 9 relacionados ao H3N2.

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