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O esporte como inclusão social: Projeto “SuperAção” oferece aulas gratuitas de natação para pessoas com deficiências

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Nem os dias frios têm espantado os alunos de natação do projeto “SuperAção”. Todas as terças e quintas, eles se encontram na Associação Cristã de Moços (ACM), em Ribeirão Preto. As aulas, oferecidas gratuitamente a pessoas com alguma deficiência, promovem não apenas o esporte, como também permitem a integração social e melhoram a autoestima dos alunos atendidos.

As aulas são acompanhadas pelo professor Marcos Vinícios dos Santos e pela monitora Cristiane Simões de Lima. Eles explicam que a filosofia usada nesse trabalho é um pouco diferente das metodologias tradicionais.

“O ensino da modalidade se preocupa com a perfeição técnica do movimento, o que pra nós tem importância somente depois que houver um aprendizado adequado. O objetivo é fazer com que as turmas tenham uma boa experiência no meio aquático, com autonomia e senso de sobrevivência”, afirma Marcos. O professor também ressalta que nas primeiras braçadas, os alunos contam com o acompanhamento de psicólogos esportivos, para dar suporte em caso de medo ou pânico.

No projeto, os alunos aprendem todas as modalidades de nado: crawl, peito, costas e borboleta. “O ensino se baseia na demonstração, explicação, correções de erros, auto observação, controles e avaliação, comparação, auto avaliação e descrição das técnicas. Respeitamos as características e limitações de cada um”, conta Marcos.

Para o professor, a natação é um dos esportes mais completos e apropriados para indivíduos com algum tipo de deficiência, principalmente física, devido aos vários benefícios e às facilidades proporcionadas pela execução de movimentos com o corpo imerso na água.

“As propriedades terapêuticas da água estimulam os praticantes a compreender o movimento do seu próprio corpo explorando as várias formas de se locomover, adaptando as suas limitações às propriedades da água”, avalia. Marcos também notou uma melhora significativa no humor e na motivação.  

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As aulas têm contribuído, ainda, para a realização de exercícios de educação e reeducação motora, proporcionando maior segurança aos alunos; aliviam o estresse sobre as articulações que sustentam o peso do corpo, auxiliam no equilíbrio estático e dinâmico e facilitam a execução de movimentos que em terra seriam muito difíceis de serem realizados.

Os próprios alunos relataram algumas melhorias proporcionadas pelo esporte, entre elas, a diminuição de espasmos musculares e relaxamento da musculatura esquelética; alívio da dor muscular e articular; aumento da amplitude de movimento; fortalecimento e aumento da resistência muscular localizada; melhora da condição respiratória e condição cardiovascular; melhora no equilíbrio estático e dinâmico; relaxamento da coluna vertebral e melhora da postura. As novas amizades também estão entre os benefícios citados.   

 Sobre o projeto

O projeto “Superação” foi criado com o objetivo de incluir as pessoas com algum tipo de deficiência no esporte. As modalidades trabalhadas, de forma gratuita, são basquete em cadeira de rodas, parabadminton, futebol de sete, futebol de cinco, teatro, balé e natação.

“Todas as modalidades foram pensadas não só para incluir as pessoas com deficiência na sociedade, mas também para desenvolvê-las em vários sentidos, emocional, físico e motor”, afirma Oswaldo Trintim Júnior, presidente da Associação Pró-Esporte e Cultura”.

As aulas de basquete em cadeira de rodas, parabadminton e futebol de sete são realizadas no campus da USP. Já o futebol de cinco, o teatro e o balé acontecem na sede da Adevirp, enquanto a natação é oferecida na Associação Cristã de Moços (ACM).

O “SuperAção” é realizado pela Associação Pró-Esporte e Cultura através do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS), Ministério da Saúde e Governo Federal.

Conta com os patrocínios da UEG Araucária, IHARA, Sistema Integrado Martins e Smart Supermercados. O projeto recebe, ainda, apoio da Marins Consultoria, Passaredo Linhas Aéreas, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, ACM, USP e ADEVIRP.

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