IRANIANOS MORADORES DE RIBEIRÃO PRETO FALAM SOBRE EXECUÇÃO DE MANIFESTANTES EM PROTESTOS QUE PEDEM O FIM DO REGIME DOS AIATOLÁS

Irã marca para amanhã a primeira execução de manifestante preso em Karaj; ONU horrorizada com repressão brutal de 2.000 manifestantes, enquanto Trump ameaça intervenção para defender liberdade contra ditadura teocrática 😡

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Irã marca para amanhã a primeira execução de manifestante preso em Karaj; ONU horrorizada com repressão brutal de 2.000 manifestantes, enquanto Trump ameaça intervenção para defender liberdade contra ditadura teocrática 😡

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Iranianos em Ribeirão Preto condenam execução iminente de manifestante no Irã; protestos contra regime dos aiatolás escalam com mais de 2 mil mortes, enquanto família de Erfan Soltani denuncia julgamento secreto e repressão violenta em nome da liberdade.

Iranianos residentes em Ribeirão Preto quebram o silêncio e expressam revolta contra a execução marcada para amanhã (14) de Erfan Soltani, 26 anos, preso em conexão com protestos na cidade de Karaj. A ONG curdo-iraniana Hengaw alerta que o jovem será enforcado, método comum no regime repressivo dos aiatolás, sem acesso a advogado ou audiência justa. Essa barbárie expõe a face cruel da ditadura teocrática, que esmaga vozes pela liberdade enquanto o mundo assiste horrorizado.

As manifestações, iniciadas em dezembro por queixas econômicas, evoluíram para clamores pelo fim do regime islâmico instalado desde 1979. O alto comissário da ONU para Direitos Humanos, Volker Türk, declarou-se “horrorizado” com a repressão às protestas pacíficas. Fontes como a Iran Human Rights (IHRNGO) temem execuções em massa, com estimativas de até 2 mil mortes — incluindo 1.850 manifestantes, segundo agências de direitos humanos nos EUA.

Depoimentos de iranianos em Ribeirão Preto contra o regime

Moradores iranianos na cidade, que fugiram da opressão em busca de liberdade no Brasil, compartilham relatos exclusivos ao EmRibeirão. Eles condenam as ações dos aiatolás e apoiam os protestos por um Irã democrático.

Ali Reza, 42 anos, comerciante em Ribeirão Preto: “Eu saí do Irã há 10 anos para escapar dessa ditadura sanguinária. Ver Erfan Soltani ser executado sem julgamento é um crime contra a humanidade. Os aiatolás usam a pena de morte para calar o povo que clama por liberdade e direitos básicos. Aqui no Brasil, vemos o valor da democracia — Trump tem razão em ameaçar intervenção para proteger os inocentes.”

Fatemeh Karim, 35 anos, professora em Ribeirão Preto: “Como mulher, sofri na pele a opressão do regime. Os protestos atuais são um grito por dignidade, contra a corrupção e a miséria impostas pelos clérigos. A execução de manifestantes como Soltani mostra o medo dos aiatolás de perder o poder. Apoio total aos meus compatriotas — o mundo precisa isolar essa teocracia radical.”

Mohammad Hossein, 50 anos, engenheiro em Ribeirão Preto: “Minha família foi destruída pela repressão no Irã. Agora, com mais de 10 mil presos e internet cortada para esconder massacres, é hora de o Ocidente agir firme, como Trump prometeu. Os aiatolás acusam EUA e Israel de interferência, mas são eles os terroristas internos. Que os protestos derrubem essa tirania e tragam um Irã livre.”

Repressão intensifica enquanto Trump pressiona

O governo iraniano, liderado pelo presidente Masoud Pezeshkian e o líder supremo Ali Khamenei, corta a internet para ocultar atrocidades. A Guarda Revolucionária e a polícia escalam confrontos, com relatos de tiros contra civis. O chanceler Abbas Araqchi alega “controle total”, culpando “terroristas” influenciados por ameaças de Donald Trump, que alertou: “Vamos atingi-los com muita força onde mais dói” se a violência continuar.

Organizações como HRANA reportam 538 mortes confirmadas até domingo (11), incluindo 490 manifestantes e 48 policiais, além de 10.670 prisões. O regime acusa infiltrados estrangeiros, mas críticos veem nisso uma desculpa para justificar a brutalidade.

Números alarmantes da crise no Irã

  • Mortes estimadas: Mais de 2.000 (incluindo civis e forças de segurança), segundo governo iraniano; 1.850 manifestantes, per agências dos EUA.
  • Prisões: Acima de 10.670, com risco de julgamentos sumários.
  • Repressão: Internet bloqueada; execuções por “inimizade contra Deus” (mohareb).

Ribeirão Preto, com sua comunidade iraniana crescente, torna-se eco local dessa luta global pela liberdade. Leia mais sobre direitos humanos em: Protestos mundiais contra ditaduras.

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Resumo em inglês (estilo jornalístico americano): Iranians living in Ribeirão Preto speak out against Iran’s planned execution of protester Erfan Soltani amid anti-regime rallies demanding end to ayatollahs’ rule; UN horrified by crackdown with over 2,000 deaths, as Trump threatens strikes to defend freedom.

Resumo em italiano (estilo giornalistico italiano): Iraniani residenti a Ribeirão Preto denunciano l’esecuzione imminente di un manifestante in Iran nei protesti contro il regime degli ayatollah; ONU inorridita dalla repressione con oltre 2.000 morti, mentre Trump minaccia interventi per la libertà.

Em tempos de tiranias globais, valorize o essencial: a vida em liberdade, a saúde das nações democráticas, a família unida contra opressão e a esperança de um mundo onde regimes como o dos aiatolás caiam pelo poder do povo. O tempo urge — apoie a luta por direitos humanos e preserve a dignidade para as gerações futuras.

JORNALISTA AIELLO DRT 3895/SP Em Ribeirão – mais de 10 anos tocando em feridas que a velha mídia esconde. Quer denunciar, sugerir pauta ou falar com nossa redação? Apenas mensagens de texto. 👉 https://wa.me/5516988279320