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Misterio, chama padre Quevedo ou bispo Macedo: Casos de dengue têm queda desde abril

Em Ribeirão Preto os casos sumiram misteriosamente dos boletins da secretaria da saúde. Em novembro, foi confirmado apenas um caso.

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O departamento de Vigilância em Saúde, órgão da Secretaria Municipal da Saúde, divulgou nesta quarta-feira (2) o Boletim Epidemiológico da dengue, com apenas um caso confirmado na cidade no mês de novembro.

Em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 101 casos da doença, houve uma redução de 99% de pessoas infectadas pelo mosquito Aedes aegypti. Desde abril, os casos de dengue em Ribeirão Preto estão em queda.
 
Já em 2020, considerando os meses de janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho e julho, agosto, setembro, outubro e novembro, os números concentram 17.556 casos. O índice é 20,9% maior que em 2019, quando foram registrados 14.520 casos no mesmo período.

foto arquivo

“Oitenta por cento dos casos estão nas casas das pessoas e, por isso, a conscientização da população é fundamental. Cada morador deve cuidar do seu quintal, eliminando focos de água parada para que o mosquito não se desenvolva. Portanto, além das nossas atividades, precisamos muito da participação da população limpando sua própria residência”, orienta o secretário da Saúde, Sandro Scarpelini.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Luzia Márcia Romanholi Passos, alerta para a temporada das chuvas e conclama a população para vistoriar as residências semanalmente, eliminando qualquer foco de água parada.

foto arquivo

“A conscientização e ajuda da população são fundamentais para o controle da doença. Portanto, solicitamos aos moradores da cidade que eliminem os criadouros do mosquito, limpando seus quintais semanalmente e eliminando água parada, ambiente ideal para o Aedes crescer. Somente assim conseguiremos vencer essa batalha na cidade”, alerta a diretora.

 
Chikungunya, zika vírus, microcefalia, febre amarela, gripe H1N1 e Sarampo

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No caso da chikungunya, não houve nenhuma confirmação da doença em novembro de 2020.
 
Quanto à microcefalia ou outras alterações neurológicas possivelmente relacionadas à infecção pelo zika vírus, também não foi registrado nenhum caso suspeito em novembro. No ano, foram 51 notificações, nenhuma confirmada.
 
De acordo com o Boletim Epidemiológico, não houve registro de febre amarela no mês de julho deste ano.  Desde 2016, não há registro de casos da doença em Ribeirão Preto.
 
Em relação à Síndrome Respiratória Aguda Grave (gripe causada pelo vírus Influenza), não foi confirmado nenhum caso no mês.

Há um caso de sarampo em investigação.
 
O Boletim Epidemiológico está disponível no site da Prefeitura.

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Redação
JORNALISTA AIELLO – DRT 3895/SP Em Ribeirão – mais de 10 anos tocando em feridas que a velha mídia esconde.
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