InícioSaúdeVocê foi enganado: Trombose, Problemas Neurológicos, Miocardites

Você foi enganado: Trombose, Problemas Neurológicos, Miocardites

As notas tecnicas apresentadas aqui do ministerio da saude ao profissionais, mostram que ja era de conhecimento os riscos. Porque ninguem falou sobre isso?

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As notas tecnicas apresentadas aqui do ministerio da saude ao profissionais, mostram que ja era de conhecimento os riscos. Porque ninguem falou sobre isso?

A atualização técnica destaca preocupações sobre possíveis efeitos adversos da vacinação contra a COVID-19. Vejamos os possíveis problemas para cada faixa etária representativa:

1. Trombose:

  • Menos de 30 anos:
    • Raros casos de trombose com plaquetopenia.
    • Incidência aproximada de 1 caso a cada 100 mil doses.
    • Gravidade: Ocorrência excepcional, mas impactante quando ocorre, principalmente em mulheres.
  • 30 a 60 anos:
    • Maioria dos casos nessa faixa etária.
    • Possível maior frequência em mulheres.
    • Gravidade: Ainda raro, mas a vigilância é crucial, pois pode ocorrer sangramento significativo e inesperado.
  • Mais de 60 anos:
    • Menor incidência, mas não isento de riscos.
    • Gravidade: Menos comum, mas atenção necessária.
João Dória - Vacina Corona Vírus
João Dória apresenta a CoronaVac / Foto: Divulgação

2. Problemas Neurológicos:

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  • Menos de 30 anos:
    • Manifestações neurológicas associadas ao SARS-CoV-2.
    • Gravidade: Possíveis complicações, mas menos frequentes nessa faixa etária.
  • 30 a 60 anos:
    • Aumento das preocupações devido à vacinação.
    • Gravidade: Impacto significativo, especialmente em pacientes com doenças neurológicas preexistentes.
  • Mais de 60 anos:
    • Atenção redobrada devido à idade.
    • Gravidade: Potencialmente mais sério, considerando a vulnerabilidade neurológica associada à idade.

3. Miocardites:

  • Menos de 30 anos:
    • Maior risco de miocardite após vacinação.
    • Gravidade: Impactante, especialmente em homens jovens.
  • 30 a 60 anos:
    • Risco presente, mas menor que em faixas etárias mais jovens.
    • Gravidade: Menos comum, mas implicações sérias se ocorrerem.
  • Mais de 60 anos:
    • Menor incidência, mas não isento de riscos.
    • Gravidade: Menos comum, mas a atenção é necessária.

Considerações Gerais:

  • A vacinação pode causar complicações em todas as faixas etárias.
  • A falta de informação ampla na população pode resultar em decisões inadequadas.
  • A gravidade desses problemas varia, mas todos merecem atenção.
  • A decisão de vacinar deve ser informada e personalizada, considerando fatores individuais e riscos associados.

É essencial uma abordagem crítica ao avaliar os benefícios e riscos da vacinação, especialmente em grupos específicos. A falta de informação pode levar a escolhas inadequadas, enfatizando a importância de uma divulgação transparente e acessível para permitir que os indivíduos tomem decisões informadas sobre sua saúde.

“Transparência e Informação: O Direito da População em Conhecer os Riscos da Vacinação”

Em meio às campanhas massivas de vacinação contra a COVID-19, surge uma questão crucial que não pode ser ignorada: o direito da população à informação completa antes de decidir pela vacinação. Embora as vacinas sejam uma ferramenta vital na contenção da pandemia, a falta de transparência sobre possíveis riscos levanta questões sérias sobre autonomia e escolha informada.

É inegável que as vacinas têm desempenhado um papel significativo na redução da gravidade da doença e nas taxas de hospitalização. Contudo, não podemos ignorar a existência de possíveis efeitos adversos que vêm à tona em meio às atualizações técnicas. O direito da população de estar ciente desses riscos não é apenas legítimo, mas fundamental.

Em particular, casos raros de trombose, problemas neurológicos e miocardites foram observados em diferentes faixas etárias. O silenciamento dessas informações prejudica a capacidade dos indivíduos de tomar decisões informadas sobre sua saúde. Negar à população o acesso a dados relevantes é negar seu direito de escolha consciente.

Acreditar que a divulgação integral dessas informações pode causar hesitação na vacinação é subestimar a inteligência da população. Os cidadãos têm o direito de ponderar os benefícios e os riscos, especialmente quando se trata de sua própria saúde. A confiança nas autoridades de saúde é construída através da transparência, não da omissão.

A falta de divulgação adequada não apenas mina a confiança nas campanhas de vacinação, mas também coloca em xeque o respeito pelo princípio ético da autonomia individual. Privar as pessoas do conhecimento necessário para tomar decisões informadas é uma violação do direito básico à autodeterminação.

Portanto, é imperativo que as autoridades de saúde reconheçam a importância da transparência. Informar a população sobre todos os aspectos, inclusive os potencialmente adversos, é uma demonstração de respeito pela capacidade das pessoas de tomar decisões que afetam diretamente suas vidas.

Em um cenário onde a incerteza prevalece, a clareza e a verdade devem ser os pilares que sustentam as decisões individuais. A população não apenas tem o direito de ser informada, mas essa informação é essencial para a preservação da confiança e do respeito pelos princípios éticos fundamentais que regem a prática médica e as escolhas de saúde.

NOTA TÉCNICA Nº 139/2022-CGPNI/DEIDT/SVS/MS

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Fonte ministerio da saude neste link https:

Especialista da área da matéria do portal emribeirao.com, o único portal independente da região que não recebe verbas públicas.

Resumo: O Ministério da Saúde divulga informações cruciais sobre os casos de miocardite e pericardite associados às vacinas contra COVID-19 no Brasil. Desde o alerta global em 2021, especialistas monitoram rigorosamente esses eventos. A incidência, riscos e detalhes clínicos são discutidos, desvendando mitos e fornecendo uma visão abrangente.

Matéria Completa:Desde o alerta global do CDC e da EMA sobre casos de miocardite e pericardite relacionados às vacinas RNA mensageiro contra COVID-19 em junho de 2021, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde tem monitorado com rigor esses eventos no Brasil.

O último levantamento do EMA, em dezembro de 2021, estimou um risco de miocardite de 1 a cada 10 mil pessoas vacinadas com a Pfizer-BioNTech COVID-19/Cominarty, após mais de 479 milhões de doses aplicadas. Indivíduos jovens e do sexo masculino tiveram maior risco, sendo o desenvolvimento mais comum nos primeiros 14 dias após a segunda dose.

Dados da literatura indicam aumento da incidência de miocardite associada à vacina Pfizer/Wyeth nos primeiros 7 dias após a segunda dose, especialmente em homens de 12 a 29 anos. No período de 18/1/2021 a 12/3/2022, foram identificados 222 eventos, sendo 66 após a vacina Pfizer/Cominarty.

Investigação: Miocardite e pericardite possuem um espectro clínico variado, desde quadros leves até graves com sequelas como insuficiência cardíaca. A maioria dos casos é de origem infecciosa, mas também podem ocorrer por causas não infecciosas. A incidência estimada é de 0,2 a 12% na população em geral, com sintomas como dor no peito, falta de ar e palpitações.

Conclusão: Esta atualização visa fornecer uma compreensão abrangente dos eventos de miocardite e pericardite pós-vacinação. Consulte sempre fontes confiáveis para informações atualizadas.

💉 Riscos e Complicações da Vacina COVID-19 em Pacientes Neurológicos: Desvendando a Verdade! 🧠

🔍 Academia Brasileira de Neurologia Adverte sobre Possíveis Efeitos em Meio à Imunização! Saiba Mais! 🚨

Especialista da área da matéria do portal emribeirao.com, o único portal independente da região que não recebe verbas públicas.


Resumo: A Academia Brasileira de Neurologia destaca os possíveis riscos e complicações da vacina contra a COVID-19 em pessoas com doenças neurológicas. Ao longo da pandemia, a comunidade científica observou manifestações neurológicas associadas ao SARS-CoV-2. Agora, com a imunização em andamento, surgem preocupações sobre os impactos em pacientes neurológicos, especialmente aqueles com doenças autoimunes e degenerativas, além dos riscos para os imunossuprimidos.


Matéria Completa:

A Nota Técnica Nº 915/2021 da CGPNI/DEIDT/SVS/MS traz esclarecimentos importantes sobre os possíveis riscos e complicações da vacina contra o SARS-CoV-2 em pessoas portadoras de doenças neurológicas, conforme elaborado pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN).

Desde o início da pandemia, a comunidade científica neurológica tem se preocupado com os efeitos da infecção no sistema nervoso. Manifestações neurológicas já foram associadas ao SARS-CoV-2. Agora, com a imunização em curso, surge a preocupação com as possíveis implicações da vacinação em pacientes neurológicos, especialmente aqueles com doenças inflamatórias autoimunes e degenerativas, além dos riscos para os imunossuprimidos.

Investigação de Eventos Neurológicos:

  • Para definições de casos, sugere-se utilizar as definições contidas no Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação, 4ª edição, 2020, do Ministério da Saúde, alinhadas com as definições do grupo Brighton Collaboration/OMS.
  • A investigação laboratorial de casos suspeitos de eventos adversos neurológicos envolve a CGPNI em parceria com a rede nacional de laboratórios para vigilância de influenza e outros vírus respiratórios. O fluxo de investigação está detalhado no Anexo 1.

Conclusão: É crucial entender os potenciais riscos e complicações da vacina em pacientes neurológicos. A colaboração entre a comunidade científica e os órgãos de saúde é fundamental para uma imunização segura e eficaz.

💉 Atualização Crucial: Desvendando a Síndrome Rara de Trombose com Trombocitopenia Após Vacinação! 🩸

🔍 Novas Diretrizes para Investigar e Manejar a Síndrome Associada à Vacina contra a COVID-19! Fique Informado! 🚨

Especialista da área da matéria do portal emribeirao.com, o único portal independente da região que não recebe verbas públicas.


Resumo: A Nota Técnica Nº 933/2021 traz atualizações essenciais sobre a Síndrome de Trombose com Trombocitopenia (TTS) no contexto da vacinação contra a COVID-19 no Brasil. Destaca-se a raridade da síndrome, seus possíveis efeitos, e a importância da vigilância dos profissionais de saúde para um manejo adequado. O texto aborda a investigação da síndrome, incidência, formas clínicas e o protocolo de investigação laboratorial.


Matéria Completa:

A Nota Técnica Nº 933/2021 da CGPNI/DEIDT/SVS/MS traz uma atualização crucial sobre a Síndrome de Trombose com Trombocitopenia (TTS) no contexto da vacinação contra a COVID-19 no Brasil. Essa síndrome rara envolve trombose, frequentemente do seio venoso cerebral, e trombocitopenia. Não há sinal claro de fatores de risco, sendo a resposta imunológica contra o fator plaquetário 4 a explicação plausível.

Investigação da Síndrome de Trombose com Trombocitopenia (TTS):

  • Eventos de trombose com plaquetopenia foram raros, ocorrendo geralmente entre 4 e 30 dias após a vacinação, com uma incidência aproximada de 1 caso a cada 100 mil doses aplicadas (0,001% dos indivíduos vacinados).
  • A maioria dos casos ocorreu em indivíduos com menos de 60 anos, com uma possível maior frequência em mulheres.
  • Formas clínicas incluem trombose do seio venoso cerebral, trombose de veias intra-abdominais, tromboembolismo pulmonar e tromboses arteriais, podendo ocorrer sangramento significativo e inesperado.
  • Confirmação da trombose por método de imagem adequado é crucial, e a síndrome é caracterizada pela associação de trombose e plaquetopenia (contagem de plaquetas abaixo de 150.000/mm³).

Protocolo de Investigação Laboratorial:

  • O protocolo envolve testes anti-PF4 e testes funcionais.

Conclusão: A vigilância e o manejo adequado são fundamentais diante da potencial gravidade da síndrome. Profissionais de saúde devem estar atentos aos casos suspeitos.

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