Início Saúde Já temos 71 mortes por H1N1, 55 só em SP

Já temos 71 mortes por H1N1, 55 só em SP

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Novos dados divulgado nesta segunda-feira (04) preocupa as autoridades. Os dados foram contabilizados até o dia 26 de março. O número de mortes por H1N1 neste ano já é quase o dobro do registrado em todo o ano de 2015, quando houve 36 óbitos após complicações dos sintomas. Em 2014, foram 163.

Além de São Paulo, também houve mortes registradas em Santa Catarina (três casos), além de Ceará, Bahia e Minas Gerais (dois casos cada). Também houve mortes no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Pará (um registro cada).

Em nota, o Ministério da Saúde diz que está monitorando os casos de H1N1 nestes Estados junto com as vigilâncias locais.

Casos Graves

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Ao todo, o país já registra 444 casos de Srag (síndrome respiratória aguda grave) ligada ao H1N1, que ocorre quando há complicações dos sintomas da gripe, como falta de ar.

O número representa um aumento de 45% em relação ao último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, com dados até 19 de março, quando havia 305 registros.

No país, São Paulo concentra o maior número de registros destes atendimentos na rede de saúde.

Foram 372 pacientes até 26 de março.

A notificação dos casos de gripe no país é feita por meio de dois tipos de monitoramento.

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Um deles é a vigilância sentinela, modelo que monitora os tipos de vírus da gripe em circulação por meio de amostras coletadas de uma parte dos pacientes atendidos em hospitais de referência.

Hoje, não há uma notificação obrigatória de casos de gripe no país, devido à impossibilidade de registrar todos os casos, segundo o governo.

Um segundo monitoramento, assim, ocorre apenas para os casos graves, a chamada Srag, quando o paciente é internado com complicações dos sintomas. A orientação é que todas as internações por esse motivo sejam informadas pelos hospitais às secretarias de saúde.

Além de São Paulo, há registros de casos graves por H1N1 em outros 13 Estados e no Distrito Federal. São eles: Santa Catarina (22), Bahia (9), Paraná (7), Pernambuco (5), Goiás (5), Distrito Federal (5), Minas Gerais (3), Ceará (3), Pará (3), Rio de Janeiro (3), Rio Grande do Norte (2), Mato Grosso (2), Mato Grosso do Sul (1) e Espírito Santo (1).

Vacinação

Apesar dos registros, ainda não é possível falar em uma situação de avanço do H1N1 em todo o país, segundo o Ministério da Saúde. A questão é observarmos um aumento na quantidade de casos.

Entre os Estados que já confirmam esse aumento está São Paulo e Santa Catarina, por exemplo.

O Distrito Federal também informa estar em “alerta” para um possível aumento de casos.

Neste ano, a campanha de vacinação contra a gripe está programa para ocorrer entre 30 de abril e 20 de maio no país. Em São Paulo, a vacinação será antecipada e inicia nesta segunda-feira, com a imunização de profissionais de saúde. Em seguida, devem ser vacinados a partir do dia 11 outros grupos prioritários: crianças maiores de seis meses e menores de cinco anos, gestantes e idosos.

Prevenção

Para prevenir os casos, o Ministério da Saúde recomenda que sejam adotadas medidas de higiene como lavar as mãos com freqüência e evitar locais com aglomeração de pessoas.

Quais os sintomas da influenza A (H1N1)? 
A pessoa apresenta febre acima de 38ºC, tosse e dificuldade respiratória, acompanhada ou não de dor de garganta, ou de manifestações gastrointestinais, dor de cabeça, dores musculares, nas articulações e tosse. A febre é um dos sintomas mais recorrentes, presente em 92% dos casos. No surgimento de qualquer sintoma, recomenda-se procurar o médico de confiança ou a unidade de saúde mais próxima.

Quando devo procurar um médico? 
A pessoa com sintomas de qualquer gripe ou doença infecciosa deve ser encaminhada ao serviço de saúde para avaliação do quadro clínico. Em qualquer caso de infecção respiratória é preciso prevenir a transmissão da doença a outras pessoas, evitando-se locais com aglomerações, e protegendo nariz e boca ao tossir ou espirrar. É preciso ainda verificar se existem outras pessoas com os mesmos sintomas e recomendar o uso de máscara cirúrgica ou de lenço para proteger nariz e boca, ao tossir ou espirrar.

O que fazer quando surgirem os sintomas? 
No surgimento dos sintomas de gripe, como febre repentina acima de 38º, dores musculares e nas articulações, dor de cabeça e dificuldade de respirar, a pessoa deve procurar seu médico de confiança ou a unidade de saúde mais próxima. Após a avaliação clínica, o médico decide se há necessidade de internação. Neste caso, o paciente deve ser encaminhado aos hospitais definidos pela autoridade de saúde local para atender os casos de influenza A.

Se um paciente com síndrome gripal continuar com os sintomas da doença, mesmo com quadro leve, deve retornar ao médico? 
Sim. De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, todo paciente, uma vez instalado o quadro de síndrome gripal, mesmo no quadro leve em que não haja indicação para internação hospitalar, a orientação é ficar atento a todos os sinais e sintomas de agravamento e, em persistindo ou piorando um sinal ou sintoma, nas próximas 24 horas a 48 horas, consecutivas ao exame clínico, ele deve retornar imediatamente a um serviço de saúde.

Como saber que os sintomas estão se agravando? 
Um detalhe importante a ser observado é quando a febre passa e depois volta de forma repentina, após alguns dias. Nas crianças, observe se os lábios estão lábios arroxeados, se as asas do nariz estão batendo e se a musculatura das costas está com movimentos intensos. Essas reações devem estar relacionadas aos sintomas comuns, como febre repentina (acima 38º), dor de cabeça, dificuldade respiratória, dores musculares e nas articulações, e coriza. Em qualquer uma dessas situações, procure seu médico de confiança ou a unidade de saúde mais próxima. Os casos graves ou de pessoas que façam parte do grupo de risco são tratados em hospital.

A influenza A (H1N1) pode provocar uma forma de pneumonia mais grave? 

Até o momento a influenza A (H1N1) não mostrou evidências para manifestação de uma pneumonia diferente do que a causada pela gripe comum.

O que faz o vírus quando provoca a morte de uma pessoa? 
Afeta órgãos vitais, como o pulmão, provocando dificuldades respiratórias severas, que, se não tratadas adequadamente, podem ocasionar a morte

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