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Ele morreu pois a Sta Casa de Ribeirão não tinha equipamento para cauterizar um sangramento

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Ele morreu pois a Sta Casa de Ribeirão não tinha equipamento para cauterizar um sangramento.

Neste próximo dia 07 de fevereiro o Morador nascido em Ribeirão Preto, foi internado na santa casa de Ribeirão Preto, em ótimas condições físicas.
Prova deste fato que o então paciente chegou ao hospital dirigindo seu carro, desceu com sua mochila e fez ele próprio a documentação para ser internado.

Motivo? Uma simples cirurgia de hérnia.
Não, não era um AVC, ou Infarto.
Mas o caso evoluiu, e perdeu sangue por 18 horas ininterruptas.

O hospital não tinha capacidade para fazer uma cauterização, e solicitou a transferência para o HC centro.
No caminho ocorreram duas paradas cardíacas (o transporte não era uma UTI móvel).
Ao dar entrada no hospital, os profissionais fizeram todo o possível para reverter o caso, mas já era tarde.

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Provável que a falta do equipamento seria facilmente pago com os desvios de bandidos que recebem os votos.

No próximo dia 07 ele deveria completar 52 anos, mas morreu com 39 anos.

Mas quem é Claudinei?

Ninguém, simplesmente mais uma das milhões de pessoas que morrem diariamente e não tem condições de arcar com uma estrutura compatível com um país que ROUBA bilhões em impostos.

Pobre Claudinei […] não era irmão, filho ou casado com um político!

Não houveram homenagens e nem comoção. Na verdade a grande maioria da população não ficou sabendo.
Mas ele pagou impostos desde seu primeiro dia de vida, e nunca desviou dinheiro de propina, portanto não recebeu atendimento dos melhores médicos e não pode contar com a estrutura do hospital Sírio Libanês.
A semelhança é que nos dois casos a família autorizou a doação de órgãos.
Este é apenas um caso, mas poderíamos citar aquele senhor que morreu depois de cair por conta de um buraco no asfalto, que não deveria existir, não fosse os roubos.

Podemos citar a garota que esteve várias vezes em Pronto atendimento e UPA de Ribeirão, mas mandaram a garota para casa, e quando se deram conta, o caso já era irreversível.

Se formos enumerar, teremos tantos outros casos, de pessoas que morrem nas filas esperando atendimento.

Quantas mortes nas estradas de pista simples e mau sinalizadas?

Quantas mortes por falta de segurança?
O Brasil é um dos países que mais se cobra impostos, mas a população não tem o mínimo de dignidade, e a vida de dona Mariza não vale mais ou menos do que a do Claudinei; mas no caso dele podemos dizer que foi roubado e teve a morte prematura por conta de roubalheira.

No caso da DNA Mariza, querem transformá-la em mártir, mesmo tendo todo atendimento possível, mesmo tendo feito parte da quadrilha que lapidou os cofres brasileiros.

A dor.
é impossível medir qual a maior dor, mas não vamos fazer inversão de valores, e não vamos permitir que esta morte seja levantada como bandeira por loucos desesperados pelo poder.

Uma vida vale mais do que a outra?

Um ladrão merece mais cuidados do que um simples trabalhador?

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