InícioPolíticaPF deflagra a 27ª da Operação Lava Jato

PF deflagra a 27ª da Operação Lava Jato

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Nova fase da Lava Jato “reabre” caso de assassinato do ex-prefeito Celso Daniel. (Será que finalmente vão esclarecer o que todos já sabem?)

Preso na 27ª etapa pode ter recebido R$ 6 milhões para se calar sobre assassinato em 2002.

O alvo da investigação é um empréstimo fraudulento de R$ 12 milhões junto ao Banco Schahin de 2004. Parte desta soma — R$ 6 milhões — teriam ido para o empresário Ronan Maria Pinto, preso hoje por agentes federais.

De acordo com as investigações da PF, o empresário de Santo André teria recebido a soma em troca do seu silêncio sobre nomes de pessoas envolvidas com a morte do então prefeito do PT Celso Daniel

A morte do ex-prefeito Celso Daniel está ligada a um suposto esquema de corrupção que envolvia empresas de ônibus em Santo André. Um grupo de empresários do setor pagaria uma espécie de “mesada” para a Prefeitura a fim de evitar multas e o fechamento das empresas.

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Daniel teria descoberto o esquema e mandou instaurar uma sindicância para apurar o caso. Após seu assassinato, sete pessoas ligadas ao caso tiveram mortes misteriosas.

Foram presos temporariamente

Silvio Pereira, ex-secretário geral do PT, e Ronan Maria Pinto, dono do jornal “Diário do Grande ABC” e de empresas do setor de transporte e coleta de lixo. O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares é alvo de condução coercitiva – quando uma pessoa é levada a depor mesmo contra a vontade. Ele chegou à sede da PF por volta das 8h escoltado por agentes federais.

Entre os crimes investigados estão extorsão, falsidade ideológica, fraude, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Os presos serão levados para a Superintendência da PF, em Curitiba, ainda nesta sexta-feira, de acordo com os delegados.

Investigações
O Ministério Público diz que o pecuarista José Carlos Bumlai, que já foi preso pela Lava Jato e é amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contraiu um empréstimo fraudulento de R$ 12 milhões junto ao Banco Schahin em outubro de 2004. O objetivo seria quitar dívidas do PT.

O empréstimo foi pago por meio da contratação fraudulenta da Schahin como operadora do navio-sonda Vitória 10.000, pela Petrobras, em 2009, ao custo de US$ 1,6 bilhão.

As investigações descobriram que, do valor total emprestado de R$ 12 milhões a Bumlai, pelo menos R$ 6 milhões foram pagos ao empresário Ronan Maria Pinto.

Os investigados usaram várias estratégias para transferir os recursos, arquitetando um esquema de lavagem de dinheiro que envolveu Ronan, pessoas ligadas ao PT e outras pessoas.

“Há provas que apontam para o fato de que a operacionalização do esquema se deu, inicialmente, por intermédio da transferência dos valores de Bumlai para o Frigorifico Bertin, que, por sua vez, repassou a quantia de aproximadamente R$ 6 milhões a um empresário do Rio de Janeiro envolvido no esquema”, diz nota do MPF. Houve ainda um repasse de R$ 210 mil em novembro de 2004 para Ronan.

Em depoimento à PF, Bumlai confessou que houve fraude no empréstimo de R$ 12 milhões. Ele disse também acreditar que o dinheiro seria para pagar dívidas de campanha eleitoral em Campinas (SP) e para “caixa 2” do PT.

Aguardemos a 28a. – 29a. 30a. 40a. fase da lava jato.

 

 

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