InícioEconomiaVendas no comércio de Ribeirão Preto caem -2,47% em fevereiro de 2017

Vendas no comércio de Ribeirão Preto caem -2,47% em fevereiro de 2017

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As vendas do varejo de Ribeirão Preto apresentaram queda de – 2,47% no mês de fevereiro de 2017, segundo a Pesquisa Movimento do Comércio, realizada pelo SINCOVARP – Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto e Região. Entre as principais causas está a redução expressiva das transações  no segmento de Livraria e Papelaria, com índice acima de – 10%.

De acordo com Marcelo Bosi Rodrigues, economista do SINCOVARP e responsável pela pesquisa, essa queda puxou toda a média do comércio para baixo.

“A variação tem sido motivada por um aumento da concorrência, originado pelo fato de outros setores, como supermercadista e lojas de R$ 1,99 passarem a comercializar produtos antes exclusivos do setor”, explica.

Entre as empresas entrevistadas, 56,2% consideraram que fevereiro de 2017 foi pior do que o mesmo período em 2016. Já 41,7% afirmaram o contrário e 2,1% responderam que as vendas nos dois meses foram equivalentes. Os segmentos que apresentaram queda foram Eletrodomésticos com – 5,77%, Ótica – 3,80%, Tecidos e Enxoval – 3,20%, Móveis – 2,91% e Presentes  – 2,04%. Os resultados positivos ficaram por conta de Vestuário com + 2,67% e Calçados com + 0,75%.

No que se refere ao emprego no comércio, a Pesquisa apurou uma queda de – 2,12% no número de postos de trabalho. Cine e Foto, com alta de 2,35% nas vendas, contabilizou a maior variação de emprego, com redução  de 12,50%. Entre as empresas entrevistadas, 89,5% mantiveram o número de funcionários durante o mês, enquanto 6,3% declararam ter demitido e 4,2% ter contratado. O índice negativo nos setores de  Eletrodomésticos e Livraria e Papelaria foram, respectivamente, de– 5,71% e – 0,85%. Nenhum setor apresentou média positiva de contratações.

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Apesar do resultado negativo trazer desânimo aos comerciantes que anseiam pelo crescimento das venda, no cenário nacional há uma expectativa positiva relacionada às aprovações das reformas da previdência e trabalhista.

“No entanto, não se deve ter grandes expectativas. Os resultados das comparações das vendas devem se manter em torno do zero, alternando momentos de queda com outros de leve elevação. Se considerarmos o caso da reforma trabalhista, caso ela não aconteça ou tenha um número expressivo de emendas que descaracterize a intenção inicial do projeto de lei, o reflexo na economia poderá ser negativo, pois ela poderia ter um reflexo direto na criação de novos postos de trabalho, reduzindo o desemprego que é hoje a maior causa da crise que vive o país”, conclui Rodrigues.

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