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EXPECTATIVA DE VENDA DE FLORES PARA O DIA DE FINADOS DE 2017

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Pelo quarto ano consecutivo, o SINDIFLORES (Sindicato do Comércio Varejista de Flores e Plantas Ornamentais do Estado de São Paulo) e a empresa Hórtica Consultoria e Inteligência de Mercado realizam pesquisa sobre as Expectativas de Vendas de Flores e Plantas Ornamentais para o Dia de Finados, em todo o Brasil.

As informações obtidas atendem ao objetivo de orientar estratégias comerciais dos floristas, especialmente no que diz respeito ao planejamento de compras, formação de estoques, elaboração de pauta de ofertas segundo diferentes categorias de preços e organização de campanhas de marketing, entre muitas outras.

Trata-se da construção do único banco de dados, completo e permanentemente atualizado sobre o consumo de flores e plantas ornamentais nas principais datas do calendário nacional das celebrações e que permite a análise evolutiva do comportamento do cliente no mercado brasileiro.

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Mercado ligeiramente aquecido

Constatou-se que o mercado mostra-se relativamente otimista para o Dia de Finados de 2017, sinalizando para a recuperação das intenções de compra por parte da clientela. De fato, a pesquisa demonstrou que 54% das empresas varejistas de flores e plantas ornamentais entrevistadas acreditam que venderão, neste ano, mais do que na mesma data do ano passado. Para as empresas varejistas que apostam em melhores vendas, o índice médio de expansão observado em relação ao ano passado foi de 7,92%.

Vale destacar que a pesquisa para Finados de 2016 mostrou que 44% das floriculturas avaliavam, à época, vendas decrescentes em relação ao ano anterior. Já, neste ano de 2017, a parcela de varejistas do ramo de flores e plantas ornamentais que projetam menor valor de vendas decresceu substancialmente, para 26%. O índice médio de decréscimo de vendas observado, em relação a Finados de 2016, foi de 5,95%. Finalmente, 20% das empresas entrevistadas acreditam na estabilidade de suas vendas, comparativamente ao ano passado.

A pesquisa constatou que entre os fatores determinantes da estabilidade ou da queda das vendas de flores pelas floriculturas no Dia de Finados de 2017 se destacaram: o agravamento da situação econômica da população brasileira, com menores condições financeiras para o consumo – apontado por 50% das empresas entrevistadas – além da concorrência com o comércio ambulante (fator considerado por 56,5% da amostra) e com a venda de flores pelos super e hipermercados (para 39,1%).

Comércio ambulante diminuirá em 17,1% a venda das floriculturas e os supermercados impactarão negativamente em outros 23,9%

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 A despeito do notável crescimento das iniciativas do Sindiflores e de outras organizações setoriais junto ao poder público em todo o País visando coibir, reduzir ou disciplinar o comércio ambulante durante o Dia de Finados, a atuação oportunista desses agentes é apontada como responsável por um significativo nível de redução das expectativas de faturamento do comércio florícola regularizado para a data, que, para 2017, atingiu o patamar de 17,1%.

Além dos ambulantes, também os supermercados são apontados como importantes agentes responsáveis pela redução do potencial de vendas das floriculturas para o Dia de Finados 2017. Para as empresas varejistas de flores e plantas ornamentais entrevistadas, a queda do faturamento das floriculturas decorrentes da ação supermercadista no setor para a celebração dos mortos atingirá 23,9% de suas vendas potenciais. O índice foi praticamente idêntico ao encontrado para a mesma data do ano anterior, quanto o percentual de respostas obtidos foi de 23,4%, o que parece apontar para uma estabilidade da distribuição das vendas de flores entre esses canais no mercado varejista nesta data.

Cabe destacar, ainda, que as políticas adotas pelo poder público para combater a proliferação do mosquito transmissor da dengue (Aedes aegypti), que resultaram na proibição do uso de vasos com água para a disposição de flores e folhagens cortadas em cemitérios, são apontadas como redutoras do potencial de vendas das floriculturas. Na prática, tal medida reduz as opções de consumo às flores envasadas – especialmente crisântemos, que há anos se tornaram verdadeira commodity para a celebração de Finados  – segmento no qual as floriculturas, feiras livres e outros formatos do varejo tradicional não conseguem competir em preços com os supermercados. Além deste segmento, rosas e outras flores cortadas mantêm sua penetração apenas nas formas de coroas fúnebres, pequenos arranjos e buquês, ou no caso das rosas, como botões solitários.

 As flores preferidas para homenagear os mortos

Os crisântemos lideram historicamente a preferência de compra dos consumidores no momento de prestar homenagens aos parentes e amigos falecidos em cemitérios de todo o Brasil. Segundo a pesquisa do Sindicato do Comércio Varejista de Flores e Plantas Ornamentais do Estado de São Paulo (Sindiflores) e da Hórtica Consultoria  e Inteligência de Mercado, para o Dia de Finados de 2017, essas plantas chegarão a representar 54% das vendas setoriais no varejo para a data. Desse total, uma parcela de 32,1% será composta por crisântemos de corte, enquanto que os restantes 67,9% serão representados pelos crisântemos em vasos. Comparativamente ao ano anterior, a participação dessa flor nas homenagens póstumas decaiu de 64% para 54%, evidenciando a diversificação da oferta de outras opções no mercado, especialmente no segmento de vasos de baixo custo, como kalanchoes e calandivas, entre outras.

Aos crisântemos se seguirão outras flores envasadas diversas (23%), que – além da opção dos kalanchoes e calandivas já apontada – neste ano incluirão as bonitas e duráveis Sunpatiens, antúrios e as orquídeas de menor preço no mercado. Cabe destacar, contudo, que as orquídeas representam apenas 2% do total das vendas na data, índice consideravelmente inferior aos verificados a até dois anos atrás, confirmando os menores gastos prevalencentes para esta celebração.

As rosas, aplicadas em arranjos, coroas de flores e buquês, ou como botões solitários, ficarão com 14% das preferências de compras para a data, com decréscimo de 8 pontos percentuais em relação à mesma data do ano anterior, apontando para a migração das compras para opções mais econômicas. Outras flores de corte, também utilizadas isoladamente representarão 7% das vendas, ante 5% do ano anterior, com destaque para gladíolos, gérberas, lírios, cravos e copos de leite. Por sua vez, as opções das coroas de flores, arranjos ou buquês ficarão com apenas 2% das vendas, índice identico ao verificado para o do Dia de Finados de 2016

 Tíquete médio de compras de flores para o Dia de Finados de 2017 será de R$ 24,6

O consumo de flores para o Dia de Finados 2017, segundo as empresas entrevistadas, deverá ficar em R$ 24,55, o que representará um decréscimo de 11,8% em relação ao ano passado e que praticamente restabelece o patamar já gasto há três anos atrás, quando o valor do tíquete médio com flores para homenagear amigos, cônjuges e parentes falecidos ficou em R$25,12.

A maioria das empresas entrevistadas (60%) acredita que o tíquete médio de vendas de flores para a celebração dos mortos em 2016 ficará entre R$ 20,00 e R$ 30,00. Uma fatia de 22% delas aposta em valores per capita de compra entre R$ 15,00 e R$ 20,00, enquanto 11% apostam, em vendas maiores do que R$ 30,00. Finalmente, um grupo de 7% das floriculturas projeta vendas em valores unitários inferiores a R$ 15,00.

A observação das vendas de baixos valores  reflete diferentes fatores condicionantes, tais como: a) consumo centrado em crisântemos, considerado uma verdadeira commodity na cadeia produtiva, cujos preços são altamente competitivos com outras espécies ornamentais tanto para corte, como para vaso; b) baixa penetração de espécies de alto valor agregado, como as rosas e as orquídeas, nas celebrações da data; c) temor do consumidor de que as flores naturais deixadas nos cemitérios serão roubadas, favorecendo a opção por flores artificiais e d) proibição do uso de vasos e recipientes com água, que restringe a penetração das flores de corte em geral, que tendem a possuir maior valor unitário de vendas, entre outros.

 

Para o Dia de Finados de 2017, as vendas serão pagas majoritariamente em cartão de crédito (52,9%), seguidas por pagamento em dinheiro (42,9%) e cartão de débito ou boleto bancário (4,2%).

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