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Previdência: a maioria começa tarde

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O advogado e especialista em previdência social, Hilário Bocchi, explica que o brasileiro só começa a pensar em aposentadoria entre os 35 e 45 anos de idade. Segundo ele é muito tarde.

“Um estudo revelou que 70,5% das pessoas acham que são muito jovens para pensar em aposentadoria, e 31,3% começam a pensar nela porque estão perto de se aposentar. Entre esses dois grupos de pessoas, daquelas que se acham jovens demais e o daquelas que estão próximas da aposentadoria, está justamente o período em que o trabalhador poderia poupar para ter um bom benefício, mas deixam de fazê-lo”.

Ele destaca que durante este período as pessoas deveriam planejar suas contribuições e programar o valor dos benefícios que receberão do INSS, mas não é o que está acontecendo.

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“A identificação do valor que o trabalhador receberá futuramente do INSS lhe permitirá obter dupla vantagem: Investir na previdência pública apenas o valor que retornará na forma de benefícios e investir o valor remanescente ou excedente em previdência complementar. As pessoas que já possuem um plano de previdência privada, esse ajuste lhes permitirá potencializar os aportes”, explica.

Agora, confira abaixo as dicas que Bocchi deu em entrevista exclusiva ao site Em Ribeirão:

 

Ônus e bônus

O contribuinte tem vários motivos para se preocupar quando contrata um plano de previdência privada ou contribui para a previdência pública, mas todos os bônus que colherá compensam os ônus do investimento.

Na previdência pública o contribuinte deve observar que existem benefícios de risco e programáveis.

A forma de cálculo de um é exatamente igual a do outro, mas a visão futura do valor do benefício programável pode prejudica-lo na eventual necessidade de receber um benefício de risco, isso porque antecipará o tempo necessário e previamente definido para planejamento do benefício programado.

 

Seguro e previdência complementar

O antídoto para isso é a contratação simultânea de um seguro de vida e incapacidade.

Quanto a previdência privada (complementar), o participante deve observar as taxas que terá necessariamente que pagar, ficar atento para o regime de tributação e escolher o plano mais adequado às suas características de investidor (conservador, moderado ou agressivo).

Todas essas escolhas devem partir da premissa do tempo que irá poupar antes de resgatar a reserva matemática, convertê-la em renda vitalícia ou com prazo determinado.

 

Proteção ideal

A proteção ideal é ter a previdência pública e a privada, necessariamente nesta ordem.

Alguns benefícios previstos na previdência pública não têm similares na previdência complementar, da mesma forma que a ampla proteção desta encontra limite naquela.

O planejamento de valor futuro de benefícios a cargo do INSS com foco na contratação de planos de previdência privada é o serviço que mais cresce nas empresas especializadas em planejamento previdenciário.

 

 

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