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Vizinho finge que mulher passa mal para estuprar vizinhas

Na intenção de ajudar, foram esfaqueadas, vítimas de 28 e 38 anos ainda fingiram estar mortas para fugir

Na intenção de ajudar, foram esfaqueadas, vítimas de 28 e 38 anos ainda fingiram estar mortas para fugir

Preso nesta terça-feira (10) após estuprar e esfaquear duas vizinhas em Luiz Antônio (SP).
Segundo a Polícia Civil, o suspeito abordou as vítimas na rua e conseguiu levá-las para dentro de casa, dizendo que sua mulher estava passando mal e que precisava de ajuda.
Na delegacia o homem confirmou a intenção de assassinar as vítimas, de 28 e 33 anos, mas ambas se fingiram de mortas após o crime e conseguiram fugir.
Elas foram socorridas com ferimentos no pescoço e passam bem.

Por volta de 7h30 desta terça-feira, quando as duas amigas passavam em frente à casa do suspeito, o homem saiu do imóvel gritando e pedido socorro, dizendo que a mulher estava sofrendo uma convulsão.
Quando as vizinhas entraram na residência, o suspeito passou a ameaçá-las com uma faca.
Em seguida, as duas foram amarradas e estupradas. O homem ainda esfaqueou as duas e, achando que ambas estavam mortas, deixou o imóvel.

“Ele, dissimuladamente, com ar de psicopata, foi até uma construção pedir uma carriola emprestada. Com certeza, ele queria desovar os corpos”,

afirmou o delegado, destacando que as mulheres aproveitaram a ausência do suspeito e, mesmo feridas, conseguiram fugir.

Os vizinhos socorreram as duas e o homem fugiu a pé.
Entretanto, os investigadores da Polícia Civil conseguiram prendê-lo minutos depois, no mesmo bairro, saindo de um matagal, o suspeito confessou o crime.

“Nós temos certeza absoluta de que ele tentou matar as duas vítimas. Ele falou que teria fumado um bagulho ontem à noite [segunda-feira]. Ele estava bastante atordoado e percebeu-se que estava alterado por droga”,

disse Koury Neto

“Ele fechou a porta e passou a esfaqueá-las. Isso é o mais grotesco. Foi um crime sem motivação jurídica técnica”,

As mulheres foram levadas à Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE) em Ribeirão Preto (SP) e realizaram exame de corpo de delito. De acordo com o delegado, as duas passam bem e não correm risco de morrer.

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