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Consternação seletiva: para alguns, uma morte vale mais do que as outras

Quando é que as esquerdas, em nome do bem-estar dos vivos, vão parar de fazer a exploração canalha de cadáveres?

Notas de PSOL e PT são asquerosas e insistem no vício das esquerdas de irrigar ideologia com sangue.

Escreve o partido de Marcelo Freixo:
“O Partido Socialismo e Liberdade vem a público manifestar seu pesar diante do assassinato da vereadora Marielle Franco e de Anderson Pedro Gomes, motorista que a acompanhava.
Estamos ao lado dos familiares, amigos, assessores e dirigentes partidários do PSOL/RJ nesse momento de dor e indignação. A atuação de Marielle como vereadora e ativista dos direitos humanos orgulha toda a militância do PSOL e será honrada na continuidade de sua luta. Não podemos descartar a hipótese de crime político, ou seja, uma execução. Marielle tinha acabado de denunciar a ação brutal e truculenta da PM na região do Irajá, na comunidade de Acari. Além disso, as características do crime com um carro emparelhando com o veículo onde estava a vereadora, efetuando muitos disparos e fugindo em seguida reforçam essa possibilidade. Por isso, exigimos apuração imediata e rigorosa desse crime hediondo. Não nos calaremos!
Marielle, presente!”

Eu, que não sou do PSOL, tenho a certeza de que foi um crime político. A questão é saber em benefício de quem. Notem que o partido levanta, sim, a hipótese de que possa ter sido a Polícia. Mais uma vez, não se diz palavra sobre o narcotráfico e o crime organizado o qual dizem as mas linguas que fazem uma boa parceria nas favelas.

O PT, em nota personalizada, assinada por Gleisi Hoffmann, vai além e fala da intervenção
“O brutal assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL, é um crime que atinge diretamente a cidadania e a democracia. Marielle foi executada no momento em que vinha denunciando os abusos de autoridade e a violência contra moradores das favelas e bairros pobres da cidade, por parte de integrantes de um batalhão da Polícia Militar.
O Partido dos Trabalhadores exige imediata e rigorosa apuração deste crime, que desafia abertamente a política de intervenção federal na área de segurança do Rio de Janeiro.
Nossa solidariedade aos familiares e amigos da companheira Marielle.
Vamos prosseguir com sua luta contra a violência e os abusos contra os pobres.
Gleisi Hoffmann
Presidenta nacional do PT”

Chega a ser revoltante que, de algum modo, se tente apontar a intervenção como um fator que teria colaborado para o crime quando os criminosos, ao atingir Marielle, certamente esperavam reações como essa, assinada pela senadora Gleisi Hoffmann.

Os que mataram Marielle são aliados do PT e do PSOL em ao menos uma coisa: eles também querem o fim da intervenção.

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